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Fenômeno mediúnico registrado em casa espírita de Barra Velha/SC

Belezas da Espiritualidade

Os participantes do seminário sobre a vida e obra de Irmã Scheilla, em Barra Velha, Santa Catarina, ocorrido neste domingo, 17 de março de 2019, através da pesquisa e da obra do escritor Fábio Dionisi, de Ribeirão Pires, SP, se depararam com uma tocante manifestação da Espiritualidade Amiga: por pelo menos duas vezes, durante a palestra, no início e no fim das atividades, o ar do auditório da casa espírita ficou perfumado, com suaves fragrâncias de lavanda e florais.

Segundo Fábio, autor da principal pesquisa sobra a vida dessa querida mentora – que em outra encarnação foi também a Santa Joana de Chantal, do Catolicismo, Scheilla é sempre presente em ações curativas, em trabalhos e cirurgias mediúnicas, e ao longo de sua história, há vários relatos não só de curas, mas dessas fragrâncias pelo ar – sentidas inclusive pela mediunidade de Chico Xavier.

No caso de Barra Velha, consoante a orientação de Allan Kardec, o fenômeno teve de ser devidamente analisado. O público majoritariamente sentiu esses odores suaves – havia 29 pessoas encarnadas no auditório, acompanhando a palestra. O ar perfumou-se em toda extensão desse espaço, nas duas ocasiões, e o público considerou que não poderia se tratar, por exemplo, de uma pessoa perfumada a espargir esse odor – pois havia um único ventilador ligado na sala, e ele não o espalharia em todo o recinto. Houve também variação do odor, como se vários tons de perfume cruzassem o ar.

Relatos de alguns dos presentes também deram conta de que se sentiram “tocados” por “mãos espirituais” no decorrer da atividade, e até dores físicas sumiram após o final da palestra. Fábio Dionisi, ao sentir a primeira manifestação de perfume, chegou a se emocionar, agradecendo, penhorado, a presença ou da própria e veneranda Irmã, ou de sua equipe espiritual, a qual trabalha mediunicamente no Recanto de Luz Irmã Scheilla, em Ribeirão Pires, SP, instituição presidida por Fábio e casa de trabalho do médium Edson Barbosa.

Um dirigente espírita de Barra Velha, com quase 30 anos de atividades mediúnicas ou espíritas, igualmente relatou que foi a primeira vez que sentiu odores suaves resultantes de um fenômeno físico. Possivelmente, um ou mais médiuns de efeitos físicos estavam na sala, possibilitando o fenômeno. Além dessa manifestação, outro fato: uma foto tirada de um celular durante a palestra apresenta uma variação multicolorida de luzes descendo sobre a plateia (foto que segue nessa postagem).

Os dirigentes da CEELO atentam que nesse segundo caso, o critério é o mesmo: tem que primeiro, analisar todas as possibilidades físicas para o fenômeno. Eles consideraram que um posicionamento específico do celular contra a luz da fluorescente poderia gerar essa luminosidade. Essa seria a primeira hipótese – puramente física. A segunda, pela dispersão de luzes e sensações vividas pelos presentes, seria a hipótese mediúnica ou anímica (nesse caso, oriunda da alma dos encarnados presentes. Como o ambiente estava saturado de energias suaves, é também possível que fluidos coloridos em formas de luminosidade tenham sido dispersos pela equipe espiritual presente ao evento, com objetivos revigorantes ou até curativos. (Departamento de Comunicação CEELO).

#BarraVelhaComLuz

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